segunda-feira, 17 de julho de 2017

"Presídios federais não quebraram comando das facções", diz representante dos agentes

As visitas íntimas e sociais são as brechas utilizadas pelos chefes das facções criminosas para burlar a vigilância do sistema penitenciário federal, o mais rigoroso do país. Por isso, o contato físico entre presos e familiares deve ser proibido de maneira definitiva. É o que defende, em entrevista ao UOL, Carlos Augusto Machado, presidente do sindicato dos agentes penitenciários federais no Paraná.

No Estado que abriga o presídio federal de Catanduvas (PR), dois servidores foram assassinados a tiros. Os homicídios aconteceram na cidade de Cascavel (PR) em setembro de 2016 e maio deste ano. Outro funcionário da prisão de Mossoró (RN) foi morto em abril deste ano. 

As mortes foram ordenadas por um dos chefes do PCC (Primeiro Comando da Capital), de acordo com investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, com o objetivo de intimidar e desestabilizar servidores destas unidades prisionais. As ordens foram repassadas em visitas íntimas a presos.


"Se as visitas íntimas e sociais não forem definitivamente proibidas, não há motivo para a existência do sistema penitenciário federal", afirma Machado. "O principal objetivo da construção dos presídios federais ainda não foi alcançado: a quebra da cadeia de comando das facções criminosas."

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