segunda-feira, 10 de setembro de 2018

MAIS RN será entregue aos candidatos ao Senado nesta segunda


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Os quinze candidatos ao Senado pelo RN nas eleições de outubro foram convidados para receber nesta segunda-feira, 10, às 9 horas, na Casa da Indústria, edição atualizada do MAIS RN, que um plano estratégico para o desenvolvimento do Estado.

O ato acontece na Federação da Indústria do RN (Fiern) e os textos abordam desde prestação de serviços essenciais (segurança, educação, saúde, transporte e recursos hídricos), equilíbrio fiscal, retomada da capacidade de investimentos melhoria do ambiente de negócios. 

Foram convidados os candidatos Alexandre Motta (PT), Ana Celia (PSTU), Antônio Jácome (Podemos), Capitão Styvenson (Rede), Joanilson de Paula Rêgo (Democracia Cristã), Garibaldi Alves Filho (MDB), Geraldo Melo (PSDB), João Maria Napoleão (Rede), João Morais (PSTU), Jurandir Marinho (PRTB), Lailson de Almeida (PSOL), Levi Costa (PRTB), Magnólia Figueiredo (Solidariedade), Telma Gurgel (PSOL) e Zenaide Maia (PHS).

O plano estratégico de desenvolvimento do RN já foi entregue aos oito candidatos a governador, entre os dias 20 e 22 de agosto, no Fórum FIERN Caminhos do RN. A mesma edição atualizada do MAIS RN também foi entregue, na ocasião do lançamento oficial, durante reunião da diretoria do Sistema FIERN, a dirigentes e gestores de entidades dos setores produtivos e autoridades dos três Poderes.

O estudo, financiado pela iniciativa privada potiguar, fala sobre a situação e potencialidades do Rio Grande do Norte. Ao todo, com a “Agenda Potiguar” para 2019-2022, traz 44 metas e 180 ações concretas, em atração e retenção de investimentos, melhoria da gestão e gasto público, governança solidária, produtividade e inovação, e protagonismo regional e nacional.

O documento alerta para a trajetória de declínio de desenvolvimento econômico estadual. Prevê, caso se mantenha a tendência dos últimos dez anos, que o Rio Grande do Norte cairá da 14ª para a 23ª posição entre os estados brasileiros, em 2022, tornando-se um dos menos atrativos economicamente do Nordeste e do Brasil.