A doença de Chagas, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, afeta cerca de 8 milhões de pessoas no mundo, principalmente na América Latina. Classificada como uma doença tropical negligenciada, atinge sobretudo populações em situação de vulnerabilidade social. Atualmente, não há vacina disponível e os medicamentos utilizados no tratamento podem causar efeitos adversos e apresentam menor eficácia na fase crônica da infecção.Com o objetivo de desenvolver um protótipo de vacina contra o parasita, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) utilizaram simulações computacionais apoiadas pela infraestrutura de supercomputação do Núcleo de Processamento de Alto Desempenho (NPAD/UFRN) e do Núcleo de Análise de Dados e Inteligência Computacional do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (Nadic/IFRN).
O trabalho foi desenvolvido pela doutoranda do Programa de Pós-graduação em Bioquímica e Biologia Molecular (PPgBqQM), Maria Karolaynne da Silva, sob a orientação do professor Jonas Ivan Nobre Oliveira, do Departamento de Biofísica e Farmacologia do Centro de Biociências (DBF/CB) da UFRN. A coorientação foi de João Firmino Rodrigues Neto, do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas do Centro de Ciências da Saúde (ACT/CCS) da UFRN.
A doença de Chagas, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, afeta cerca de 8 milhões de pessoas no mundo, principalmente na América Latina. Classificada como uma doença tropical negligenciada, atinge sobretudo populações em situação de vulnerabilidade social. Atualmente, não há vacina disponível e os medicamentos utilizados no tratamento podem causar efeitos adversos e apresentam menor eficácia na fase crônica da infecção.
Com o objetivo de desenvolver um protótipo de vacina contra o parasita, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) utilizaram simulações computacionais apoiadas pela infraestrutura de supercomputação do Núcleo de Processamento de Alto Desempenho (NPAD/UFRN) e do Núcleo de Análise de Dados e Inteligência Computacional do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (Nadic/IFRN).
O trabalho foi desenvolvido pela doutoranda do Programa de Pós-graduação em Bioquímica e Biologia Molecular (PPgBqQM), Maria Karolaynne da Silva, sob a orientação do professor Jonas Ivan Nobre Oliveira, do Departamento de Biofísica e Farmacologia do Centro de Biociências (DBF/CB) da UFRN. A coorientação foi de João Firmino Rodrigues Neto, do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas do Centro de Ciências da Saúde (ACT/CCS) da UFRN.























