quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

RN tem uma redução de 86,58% na incidência de casos de dengue entre 2016 e 2017

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou o mais recente boletim sobre a situação epidemiológica das arboviroses - dengue, chikungunya e zika vírus - no Rio Grande do Norte. Os dados são relativos à Semana Epidemiológica 46, com informações coletadas até 18/11/2017.

DENGUE

No Rio Grande do Norte, foram notificados 8.373 casos suspeitos de dengue em 2017, até a semana epidemiológica número 46, representando uma incidência acumulada de 243,25/100.000 hab. Houve uma redução percentual equivalente a 86,58 na incidência de casos notificados quando comparado ao mesmo período de 2016, que foram notificados 62.379 casos suspeitos e incidência de 1.812,20/100.000 hab. 

Dos 8.373 casos notificados em 2017, foram confirmados 1.664 (19,87%), sendo 1.636 para dengue, 22 como dengue com sinais de alarme e 6 como dengue grave. Em 2016 no mesmo período foram confirmados 9.760 (15,65%), para dengue foram 9.656, dengue com sinais de alarme temos 77 e 27 como dengue grave.

FEBRE DE CHIKUNGUNYA

No ano de 2016, da semana epidemiológica 01 a 46 foram notificados 27.187 casos de Chikungunya no Estado do Rio Grande do Norte, sendo confirmados 8.268. No mesmo período do ano 2017, foram notificados 2.102 e confirmados apenas 324 casos, equivalendo a uma redução de 92,27% e 96,08% respectivamente, em relação ao ano anterior. A comparação das notificações dos anos 2016 e 2017 de acordo com as semanas epidemiológicas de 01 a 46

ZIKA VÍRUS

No Rio Grande do Norte, em 2016, até a SE nº 46 foram notificados 5.971 casos suspeitos de zika vírus, em 2017 no mesmo período foram notificados 460, apresentando uma redução equivalente a 92,30 no percentual de casos notificados de zika em comparação ao ano anterior. Dos casos notificados, foram confirmados 205 casos em 2016 e em 2017, 12 casos confirmados. Observamos uma redução importante no número de notificação de zika nas últimas semanas epidemiológicas nos anos de 2015 e 2016. O ano de 2017, até o momento, se apresenta como um ano não epidêmico.

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