sexta-feira, 8 de junho de 2018

MULHER É ATACADA DENTRO DE CASA NO BAIRRO MONSENHOR PINTO

O blog recebeu denúncia de uma moradora do bairro Monsenhor Pinto que demonstrou seu medo e como está assustada com a insegurança que ronda certas partes do referido bairro.

A mulher que responde por Genizia Borges, relatou à nossa redação que foi alvo de invasão da sua casa e tentativa de roubo a mão armada. Durante o seu relato ela fala que chegou a ter o seu quintal invadido na quarta-feira, perto de 1h da madrugada. Mas a agressão pela qual passou aconteceu na noite de ontem, quinta-feira,07. Ela mora nas proximidades da APASA e foi abordada pela janela da sua residência por um homem que estava armado, com arma de fogo.

Acompanhe o relato da moradora nas suas próprias palavras.

“Carlos, quero denunciar uma tentativa de assalto à minha residência que fica no bairro Monsenhor Pinto. Na noite de quarta-feira, ás 00h50 da madrugada, eu ouvi um barulho abrindo meu portão do beco, eu acendi as luzes e quando eu sai uma brita que estava na calçada, tinha uma marca de pisada, e o portão estava aberto.
Ontem, quinta-feira, as 9:50 da noite, eu estava em casa, quando um homem chegou chamando meu nome, na porta da frente, dizendo que era amigo da minha mãe e ela tava pedindo um remédio, eu achei muito estranho, pois eu tinha acabado de falar com ela, e ela não tinha me dito nada.
Eu abri a janela do quarto, a mesma possui grade, e eu disse pra ele esperar, peguei o remédio e eu disse pra ele pegar pela janela, aí foi no momento em que ele veio e apontou uma pistola em minha direção, eu me joguei no chão e gritei pelos vizinhos, eu machucada da queda consegui chegar no quarto de traz e gritar mais ainda, ele colocou a mão (com a arma) pra dentro da janela e me chamava de vagabunda e mandava eu calar a boca.
Eu gritava muito por socorro, daí ele foi embora e depois de uns minutos os vizinhos estavam me chamando, foi um terror, uma pessoa viu que era mais de 1 elemento e que saíram correndo em direção a quadra de esportes do Monsenhor Pinto, eu não consegui ver quem era, tudo se apagou da minha memória.
Abandonei minha casa e não pretendo voltar a morar lá. Estou em choque."

O blog é solidário a senhora, e tem certeza que a valorosa polícia de Angicos (militar e civil) estão investigando esse tipo de coisa que está acontecendo no bairro. A justiça pode até tardar, mas não vai faltar.