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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Reservas hídricas do RN somam mais de 2,7 bilhões de metros cúbicos; Açude Novo Angicos chega a 84,19% da capacidade


As reservas hídricas superficiais do Rio Grande do Norte somam, nesta segunda-feira (10), 2.706.696.580 metros cúbicos, o equivalente a 51,11% da capacidade total de armazenamento dos 69 reservatórios monitorados pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN). A capacidade total dos mananciais monitorados é de 5.295.422.524 metros cúbicos. 

 

O maior reservatório do Rio Grande do Norte, a barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, localizada entre os municípios de Assú e Itajá, apresenta 971.702.999 metros cúbicos, correspondentes a 40,95% de sua capacidade total, que é de 2.373.066.000 metros cúbicos. 

 

A barragem Oiticica, em Jucurutu, acumula atualmente 551.592.279 metros cúbicos, o que corresponde a 74,28% de sua capacidade total, estimada em 742.632.840 metros cúbicos. O reservatório é o segundo maior manancial monitorado pelo IGARN em capacidade de armazenamento no Estado.

A barragem Santa Cruz do Apodi, localizada no município de Apodi, armazena 429.808.200 metros cúbicos, equivalente a 71,67% de sua capacidade total de 599.712.000 metros cúbicos. O reservatório é o terceiro maior do Estado em capacidade de armazenamento.

 

A barragem Umarí, em Upanema, apresenta 183.184.778 metros cúbicos armazenados, correspondentes a 62,56% de sua capacidade total, de 292.813.650 metros cúbicos. 

 

Entre os reservatórios com mais de 80% da capacidade, estão: Campo Grande, em São Paulo do Potengi (95,84%); Rodeador, em Umarizal (94,87%); o açude público de Marcelino Vieira (90,39%); Lagoa de Boqueirão, em Touros (98,82%); Lagoa de Extremoz (100%); Apanha Peixe, em Caraúbas (92,75%); Gangorra, Rafael Fernandes (94,50%); Riacho da Cruz II, em Riacho da Cruz (91,48%); Flechas, em José da Penha (94,73%); Passagem, em Rodolfo Fernandes (91,14%); Beldroega, em Paraú (86,53%); Morcego, em Campo Grande (81,10%); Brejo, em Olho D’Água do Borges (80,39%); o açude público de Encanto (94,71%); Corredor, em Antônio Martins (93,60%); Lagoa de Pium (100%), Novo Angicos, em Angicos (84,19%); Riachão, em Rodolfo Fernandes (89,91%); Curraes, em  Itau (90,63%); Arapuã, em José da Penha (100%); Pinga, em Cerro Corá (88,59%); Tesoura, em Francisco Dantas (95,21%); Dinamarca, em Serra Negra do Norte (81,98%); Sossego, em Rodolfo Fernandes (90,45%); Antas, em Paraná (85,09%) e Lagoa do Jiqui (100%).

 

O levantamento também aponta 13 reservatórios com volume inferior a 10% da capacidade total. Entre eles estão Boqueirão de Parelhas, em Parelhas, com 8,76%; Itans, em Caicó, com 0,45%; Sabugi, em São João do Sabugi, com 8,40%; Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com 0,03%; Esguicho, em Ouro Branco, com 6,18%; Dourado, em Currais Novos, com 1,34%; Jesus Maria José, em Tenente Ananias, com 1,48%; Zangarelhas, em Jardim do Seridó, com 3,25%; Alecrim, em Santana do Matos, com 2,06%; 25 de Março, em Pau dos Ferros, com 7,68%; Totoró, em Currais Novos, com 0,71%; e Mundo Novo, em Caicó, com 1,98%.

 

O acompanhamento permanente dos volumes armazenados nos reservatórios é realizado pelo IGARN e integra as ações de monitoramento das reservas hídricas do Rio Grande do Norte. Os dados são utilizados como subsídio para o planejamento e a gestão dos recursos hídricos, considerando as condições de armazenamento de cada manancial e as demandas existentes no Estado.