Já entramos na reta final da campanha e os candidatos (são muitos esse ano), estão nas ruas, sem medir esforços, pra chegar ao eleitorado e convencer sobre o voto.
A disputa para o governo e para o
senado segue em aberta. Nenhum instituto e nenhum canal sério de comunicação pode
dizer com exatidão quem vai ganhar.
No entanto existem tendencias a
serem observadas. Na cena para o governo, a disputa segue morna, quase fria. Não
existe praticamente disputa (pelo menos nesse primeiro turno) e os três principais
adversários seguem cada um tentando convencer uma parte dos indecisos, que são muitos
ainda.
Fátima continua na frente e tem
oscilado lentamente para cima, agora já casa dos 40% da preferência do eleitor.
Styvenson não quer fazer campanha, não quer ganhar campanha (ele entrou nessa
pra perder, pois tem medo de ganhar e ser um péssimo administrador), e assim, não
faz nada, e continua com 20% do eleitorado. Fábio tem desempenho abaixo do que
se esperava, tentou descolar do bolsonarismo achando que iria crescer, ficou
patinando na terceira colocação, bem atrás de Styvenson e agora resolveu (de
forma tardia), abraçar Bolsonaro. O problema é que Clorisa já abraçou primeiro
e tem recebido um bom percentual de votos.
Se continuar assim, Fátima pode ganhar
no primeiro turno (eu digo pode, porque a diferença dela para os demais
candidatos é pequena e dentro da margem de erro), ou ainda corremos o risco de ter
um segundo turno com ela enfrentando Styvenson. Imaginem!

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Reflita, analise e comente