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sábado, 10 de maio de 2014

ENTREVISTA HERVAL SAMPAIO: BRASIL PRECISA ACABAR COM O CAIXA 2 DAS CAMPANHAS

Do Jornal de Hoje
“Normal”. Em cerca de 40 minutos de conversa, essa foi talvez a palavra mais repetida pelo juiz Herval Sampaio Júnior. Contudo, nada nesse cearense, que escolheu Mossoró para morar e fazer história, parece ser normal. A começar pela primeira impressão: o visual do magistrado. Headfone, terno sem gravata, dois celulares com tela de quatro polegadas; pulseira grossa num pulso, acompanhado de um anel que se destaca na mão; no outro braço, um relógio grande. Tudo isso encaixado num corpo de estatura mediana/baixa, mas que parece ser maior devido à quantidade de gestos que faz durante a fala – quase sempre alta.

“Normais”, para Herval, foram as decisões que cassaram os principais candidatos a Prefeitura de Mossoró e de Baraúna em 2012, gerando pleitos suplementares nas duas cidades. Não viu anormalidade, também, na forma como enfrentou – mesmo sem assumir isso – as duas classes políticas mais fortes da chamada “Capital do Oeste”, tirando Cláudia Regina (DEM) e Larissa Rosado (PSB) da disputa pela condição.

É por isso, por considerar sua atuação “normal”, inclusive, que o magistrado – que também já foi oficial de justiça, mas chama atenção mesmo por ter sido, antes, dançarino do cantor Beto Barbosa – rejeita o título de “herói” ou de “verdadeiro responsável pela mudança política de Mossoró”. “Só fiz o meu trabalho, talvez tenha sido um pouco diferente por exercer mais o poder de polícia”, afirmou Herval Júnior, filho do ex-vereador de Fortaleza Herval Sampaio. Apesar da ascendência política, ressalta-se, o magistrado descarta a possibilidade de, um dia, entrar para política. Na verdade, quer é ser ministro da justiça e voltar a ter programa na TV mas, desta vez, na rede aberta, para conseguir chegar ao “povão”.

Herval afirmou também que é preciso avançar, e muito, no rigor da apuração dos pleitos eleitorais. Não na contagem dos votos, mas sim com relação à caixa 2 e, consequentemente, compra de votos. Só assim para o País sair do momento atual, em que os “mandatos são verdadeiramente comprados”, conforme analisou o juiz. Então, como se diz nos programas de TV.

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