O estudo avaliou 57 indicadores sociais e ambientais nos 5.570 municípios brasileiros, analisando fatores ligados à segurança, saúde, educação, moradia, inclusão social e oportunidades para a população.
No ranking das capitais, Curitiba liderou a lista, seguida por Brasília, São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte.
Entre os menores desempenhos ficaram Salvador, Maceió, Macapá e Porto Velho.
O IPS Brasil divide os indicadores em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.
Na capital potiguar, o melhor desempenho foi registrado em “Necessidades Humanas Básicas”, com média de 73,82 pontos. O eixo reúne indicadores relacionados a nutrição, cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal.
No item “Fundamentos do Bem-Estar”, que considera acesso ao conhecimento, informação, comunicação, saúde e meio ambiente, Natal alcançou 70,21 pontos.
Já no eixo “Oportunidades”, que envolve direitos individuais, inclusão social e acesso ao ensino superior, a cidade obteve média de 56,42 pontos, em uma escala de 0 a 100.
RN ocupa 13ª posição entre os estados
Além das capitais, o IPS Brasil 2026 também avaliou o desempenho médio dos estados brasileiros.
Nesse recorte, o Rio Grande do Norte ficou na 13ª posição nacional, com média de 61,83 pontos, abaixo da média brasileira, que foi de 63,40 pontos.
Entre os estados do Nordeste, o RN apareceu como o terceiro melhor colocado, atrás apenas da Paraíba, que ficou na 11ª posição nacional, e de Sergipe, em 12º lugar.
Segundo o IPS Brasil 2026, a média nacional do país foi de 63,40 pontos, indicando evolução em relação ao ano anterior.
O levantamento busca medir a capacidade dos municípios brasileiros de oferecer condições adequadas de desenvolvimento e qualidade de vida para a população.
AgoraRN
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