segunda-feira, 15 de junho de 2020

Isolamento social no RN chega a 48% no fim de semana

A taxa de cumprimento do isolamento social no Rio Grande do Norte chegou a 48% neste domingo (14), a maior registrada no fim de semana. Mesmo assim, a taxa é a 9ª pior do Brasil e a terceira mais baixa do Nordeste, ficando atrás somente de Bahia (47,2%) e Sergipe (43,78%), estado com o menor índice do Brasil.

O isolamento social é a principal medida adotada para tentar conter o avanço da Covid-19, evitando o contágio do novo coronavírus.

Pernambuco foi o 4ª com a maior taxa entre os estados nordestinos, atingindo 51,45% no domingo. Os melhores indicadores são de estados do Norte: Rondônia (54,26%), Acre (53,19%) e Amapá (51,78%).

No sábado (13), o estado potiguar teve 39,8% de adesão ao afastamento social. Foi o pior desempenho entre os quatro dias do feriadão. Na quinta-feira (11), a taxa chegou a 49,2%, enquanto que na sexta (12) foi de 41,9%.

Na quarta-feira (10), a Assembleia Legislativa do RN autorizou a antecipação do feriado estadual dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, comemorado no dia 3 de outubro, para a sexta-feira. Desta forma, o Governo do RN criou um "feriadão" junto com a data de Corpus Christi, comemorada na quinta, com o objetivo de aumentar o isolamento.

As medições do comprimento do isolamento são realizadas pela In Loco. A tecnologia da empresa é embarcada em aplicativos de parceiros e clientes (bancos e grandes varejistas, por exemplo). Os usuários que voluntariamente instalam esses softwares podem ou não permitir a coleta de dados pela In Loco, que informa claramente as finalidades previstas na sua política de privacidade.

A única informação coletada é a localização dos celulares, que é utilizada para fins de autenticação e verificação de segurança e anti-fraude, além de contagem de visitas em determinados estabelecimentos.

Espera por leitos

Atualmente, 120 pessoas esperam por leitos para tratamento de Covid-19. Deste total, 59 são para Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e os demais para leitos clínicos. Os dados são do portal do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da UFRN e foram consultados às 11h43 desta segunda-feira (15).

G1RN

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