Os três patetas, os três porquinhos, três patos na lagoa.
As lendas costumam ser escritas curiosamente com o numero três acentuado, realçado, delineado.
Mas tem alguns fatos incomuns que também contem o três em seu bojo.
E tem algumas coisas bizarras que requerem três para acontecerem.
Para falar mal da vida alheia então, as matronas geralmente se reúnem em pequenos grupos de três e lá se vão, para a beira de açudes, ao redor de tanques, lavando roupas, nas calçadas da vida, ou outras vias mais escusas.
Algumas ou alguns, se utilizam da clandestinidade para tentar difamar, sujar, enlamear pessoas de bem, que só procuram fazer o melhor.
Esses pensam que enganam e ainda tentam disfarçar, sem no entanto, lograr êxito.
Os patetas, as matronas, os charlatões, devem pensar seriamente como vão emitir seus uivos e agouros, até porque, chega um ponto que a taça transborda e a paciência acaba.
Tem três destes ou destas, que se valendo da obscuridade em que sempre viveram, estão espalhando seus perjúrios, suas difamações e pragas, tentando com mentiras escusas, macular a imagem de pessoas de bem, fiquem atentos. Que estes acautelem-se, porque tem gente que cansou, que não vai mais conviver com esse tipo de atitude.
Quem duvidar, espere pra ver.
