Durante as décadas que o tráfico dominou o Rio de Janeiro, o que se costumou ver foi a opressão do povo, a bandidagem dominou cidades, favelas, morros, impondo uma lei marginal, mesquinha, suja, cruel e desprovida de parâmetros sociais democráticos. Durante todo esse tempo imperou a “LEI DO CÃO”, também chamada de lei do silencio.
A cada dia que passava, a cada ano, o estado mais bonito do Brasil mudava pra pior. Os ricos, afastados, protegendo-se nos bairros chiques e ricos e os pobres nas ruas, barracos e favelas.
Mas parece que a realidade está mudando, parece que o bem finalmente vai prevalecer.
Já não era sem tempo. Basta de tanta impunidade. Dessa vez, as forças da liberdade e da democracia resolveram impor o punho de ferro da justiça.
Existe um jargão cruel que diz: “bandido bom é bandido morto”. Esse exclui o bandido, o marginal da tentativa de retorno a sociedade, do pagamento da dívida e do arrependimento. Talvez seja até desumano tal jargão.
Mas o que estava acontecendo no Rio gerava e ainda gera uma exceção a regra da boa socialização e do respeito a vida, pois estes bandidos, cada vez mais desalmados, não estavam respeitando a vida do povo daquele estado.
Nos dias de hoje, finalmente vemos o povo sobrevivendo ao cativeiro, ao claustro, a prisão sem grades de suas residências, do medo do terror e da impunidade.
Hoje o povo agradece a lei, aos policiais, muitos até chorando de felicidade.
Dessa vez, parece que o bem vai vencer o mal.