Rumores confirmados: a Apple terá mesmo um
serviço de streaming chamado Apple Music. Jimmy Iovine, fundador da Beats, foi
o responsável por apresentar a novidade durante a WWDC.
Iovine contou que o Apple Music terá um serviço
de música com curadoria humana, que não é feito totalmente por algoritmos. A
ferramenta terá rádios rodando todas as horas de todos os dias, destacando
conteúdo escolhido por pessoas. Outro rumor confirmado é que haverá uma espécie
de rede social na qual músicos e fãs poderão se conectar.
Eddy Cue chegou para explicar que, como os
concorrentes, o Apple Music mostrará sugestões de músicas baseadas nos gostos
do usuário, o que será feito sim com robôs, mas principalmente por humanos.
Quanto às rádios, a ideia é ter transmissões parecidas com aquilo que existe no
FM, e não uma simples playlist, como fazem os demais serviços de streaming do
mercado.
No Connect, a rede social do Apple Music,
artistas poderão publicar textos, fotos, vídeos etc. E os fãs podem comentar e
curtir… é basicamente um Facebook da Apple.
Como em todos os apps do tipo, é possível
visualizar a lista de músicas por artistas, músicas ou álbuns. A interface é
composta por várias bolinhas flutuantes com os gêneros; pressione as bolas com
um gênero e elas ficam maiores para representar seus gostos. O mesmo ocorre com
artistas, assim o serviço consegue fazer recomendações.
Tudo isso sairá por US$ 9,99 ao mês ou US$
14,99 no plano familiar. Começará a funcionar em 30 de junho em mais de 100
países, só com os três primeiros meses de gratuidade. A surpresa é que ele não
será exclusividade dos clientes da Apple, pois no último trimestre sairá a
versão para Android e também funcionará no iTunes para Windows.
Olhar Digital-UOL

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