"Quanto mais cedo a pessoa pagar, melhor
é, porque evita qualquer tipo de problema", orienta o ministro da
Educação, Renato Janine Ribeiro. "Imagine por exemplo que a pessoa esteja
querendo pagar e perde a conexão de linha ou falta a luz e não consegue pagar.
Ela não terá chance. Isso não é justificativa."
De acordo com Ministério da Educação (MEC),
cerca de 8,5 milhões de pessoas se inscreveram nesta edição do Enem – 3,4
milhões devem pagar a taxa. O número equivale a 40,2% dos inscritos.
Quem não imprimiu a Guia de Recolhimento da
União (GRU) no fim do processo de inscrição ainda pode fazer o procedimento.
Para isso, basta acessar a página do Enem e informar o CPF e a senha.
Os estudantes que vão concluir o ensino médio
este ano em escolas públicas são isentos automaticamente.
Também não pagam a taxa os participantes que
solicitarem a isenção por carência, ou seja, aqueles que têm renda renda
familiar por pessoa igual ou inferior a um salário mínimo e meio e que cursaram
o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral em
escola da rede privada. Participantes que declararam ser integrantes de família
de baixa renda ou estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica também
são isentos.
Quem declarou carência deve verificar na página
do participante se o pedido de isenção da taxa foi autorizado. Caso isso não
ocorra, deve fazer o pagamento também até hoje.
O Enem foi criado para avaliar os alunos que
estão encerrando o ensino médio ou que já o concluíram em anos anteriores.
Estudantes que não terminaram o ensino médio este ano podem participar como
treineiros, ou seja, o resultado não poderá ser usado para participar de
programas de acesso ao ensino superior.
Este ano, a taxa de inscrição foi reajustada
pela primeira vez desde 2004. Passou de R$ 35 para R$ 63, com o objetivo de
repor perdas com a inflação.
Para ajudar os candidatos a se preparar para o
Enem, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) preparou o aplicativo Questões Enem
que reúne todas as questões desde a edição de 2009. No sistema, é possível
escolher as áreas do conhecimento que se quer estudar. O acesso é
gratuito.
Agência Brasil
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