Um dos pontos analisados pelo estudo da Oxford Economics
foi o impacto positivo não só na cidade-sede em que será instalado o hub da
TAM, como também nas capitais envolvidas na disputa. No comparativo, se São
Gonçalo de Amarante, cidade da região metropolitana de Natal, for sede do
centro de conexões da companhia aérea, será garantida a maior geração de
emprego em Recife e Fortaleza.
Se o terminal potiguar for escolhido, Fortaleza será
beneficiada com 5,4 mil novos empregos e US$ 65 milhões em valor agregado
bruto; Recife será beneficiada com 4,5 mil novos empregos e US$ 69 milhões em
valor agregado bruto.
Caso a capital pernambucana for a eleita da TAM,
Fortaleza será beneficiada com 6,3 mil novos empregos e US$ 74 milhões em valor
agregado bruto; e Natal será beneficiada com 2,4 mil novos empregos e US$ 25
milhões em valor agregado bruto. Já Fortaleza sendo sede do hub, Natal será
beneficiada com 2,3 mil novos empregos e US$ 24 milhões em valor agregado
bruto; e Recife será beneficiada com 4,5 mil novos empregos e US$ 68 milhões em
valor agregado bruto.
De acordo com o estudo, o foco da iniciativa é o
desenvolvimento de modo integral de toda região Nordeste, considerando a média
em cinco anos de atuação do hub. Com os números, Natal terá o maior percentual na
geração de emprego caso seja escolhida como cidade para sediar o hub da TAM.
Como também, a capital potiguar terá o maior crescimento no PIB para 2018.
Com gastos por passageiros no aeroporto, Natal também se
destaca em comparação as outras cidades concorrentes. O valor gerado por
despesas dos passageiros em conexão é estimado em US$ 13 milhões por ano, e US$
12 milhões por ano em Fortaleza e Recife. Já o valor gerado por taxas de
estacionamento em qualquer um dos três aeroportos é estimado em US$ 4 milhões
por ano.
No levantamento, foi apontado que o hub da TAM vai
complementar e fortalecer as estratégias de desenvolvimento econômico das
cidades envolvidas. Para Natal, poderá ampliar o potencial de turismo de lazer
e expandir o turismo de negócios, gerando também uma simbiose positiva entre
ambos, com os visitantes corporativos aproveitando as opções locais de lazer.
Para Recife, o centro de conexões de voos poderá apoiar
as iniciativas de atração de investimento internacional e melhorar o acesso da
capital aos mercados globais. Já para Fortaleza, o principal potencial é o
fortalecimento da cidade como centro de turismo de negócios.


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