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O PMDB vai decidir, em 30
dias, se mantém o apoio ao governo DilmaValter Campanato/Agência Brasil
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O senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse hoje (12), na
chegada à convenção nacional do PMDB, que o partido decidiu que, em até 30
dias, o Diretório Nacional vai decidir se mantém apoio ao governo da presidenta
Dilma Rousseff. Principal partido da base aliada do governo, o PMDB chega
dividido à convenção entre manter o apoio ao governo ou decidir pelo
afastamento.
“Vamos tirar hoje aqui um posicionamento de unidade e
consistência de pensamento perante a crise que o Brasil vive. Todas as
propostas de rompimento e afastamento serão recebidas e levadas em conta. Mas
também estamos hoje tomando a decisão de que, em até 30 dias o Diretório
Nacional vai analisar todas essas propostas e aí sim, com respaldo da unidade,
tomar uma decisão que será implementada e cobrada de todos os membros do
partido. Antecipar o rompimento seria quebrar o posicionamento que firmamos de
não antecipar hoje aqui qualquer decisão”, disse Jucá.
Segundo o senador, o PMDB está preparado para ajudar a
reconstruir o Brasil “com outras forças políticas, com outros partidos, porque,
sozinho, o PMDB não pode fazer isso”. “Vamos estar atentos às manifestações de
amanhã. Muitos peemedebistas estarão participando nos seus estados. Amanhã é um
dia importante de cidadania. Não haverá mudança no Brasil sem a participação
popular”, acrescentou Jucá.
Para o parlamentar, a convenção do PMDB não é contra a
presidenta Dilma, mas a favor do Brasil. “Queremos criar uma nova situação, um
novo quadro para o Brasil que reverta o descrédito, a insegurança jurídica, a
falta de previsibilidade na economia, o desemprego. O Brasil está regredindo.
Temos que mudar isso. Vai ser uma grande construção política em conjunto com a
sociedade brasileira”, afirmou Jucá.
O vice-presidente da legenda, senador Valdir Raupp (RO),
voltou a defender que o partido adote no encontro uma posição de independência
em relação ao governo Dilma, inclusive abrindo mão dos cargos que ocupa no
Executivo. "Eu defendo a independência em relação ao governo e a entrega
dos cargos. Sempre defendi que o PMDB não pode ficar simplesmente ocupando
cargos no governo se tem uma candidatura própria à Presidência da República em
2018.”
Raupp também comentou que é prudente esperar 30 dias para
o partido tomar uma posição em relação ao governo. “Esses 30 dias são para o
PMDB ver os lados da encruzilhada e ver que rumo vai tomar”, afirmou.
O vice-presidente da sigla ressaltou, no entanto, que a
independência é inevitável “porque na prática ela já vem acontecendo”,
principalmente, na Câmara dos Deputados. “A tendência é isso [a independência]
se intensificar e fortalecer cada vez mais”.
Durante a convenção, parlamentares discursaram e pediram
a saída imediata do partido da base aliada do governo. Muitos dos presentes na
plateia do centro de convenções onde é realizada a convenção gritaram “Saída
Já”, “Fora Dilma” e “Fora PT”.
O PMDB faz hoje convenção nacional em Brasília e deve
reconduzir o vice-presidente da República, Michel Temer, à presidência nacional
do partido. No total, 454 delegados vão eleger os membros do Diretório
Nacional, que, por sua vez, vão escolher a nova Comissão Executiva Nacional.
O senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse hoje (12), na
chegada à convenção nacional do PMDB, que o partido decidiu que, em até 30
dias, o Diretório Nacional vai decidir se mantém apoio ao governo da presidenta
Dilma Rousseff. Principal partido da base aliada do governo, o PMDB chega
dividido à convenção entre manter o apoio ao governo ou decidir pelo
afastamento.
“Vamos tirar hoje aqui um posicionamento de unidade e
consistência de pensamento perante a crise que o Brasil vive. Todas as
propostas de rompimento e afastamento serão recebidas e levadas em conta. Mas
também estamos hoje tomando a decisão de que, em até 30 dias o Diretório
Nacional vai analisar todas essas propostas e aí sim, com respaldo da unidade,
tomar uma decisão que será implementada e cobrada de todos os membros do
partido. Antecipar o rompimento seria quebrar o posicionamento que firmamos de
não antecipar hoje aqui qualquer decisão”, disse Jucá.
Segundo o senador, o PMDB está preparado para ajudar a
reconstruir o Brasil “com outras forças políticas, com outros partidos, porque,
sozinho, o PMDB não pode fazer isso”. “Vamos estar atentos às manifestações de
amanhã. Muitos peemedebistas estarão participando nos seus estados. Amanhã é um
dia importante de cidadania. Não haverá mudança no Brasil sem a participação
popular”, acrescentou Jucá.
Para o parlamentar, a convenção do PMDB não é contra a
presidenta Dilma, mas a favor do Brasil. “Queremos criar uma nova situação, um
novo quadro para o Brasil que reverta o descrédito, a insegurança jurídica, a
falta de previsibilidade na economia, o desemprego. O Brasil está regredindo.
Temos que mudar isso. Vai ser uma grande construção política em conjunto com a
sociedade brasileira”, afirmou Jucá.
O vice-presidente da legenda, senador Valdir Raupp (RO),
voltou a defender que o partido adote no encontro uma posição de independência
em relação ao governo Dilma, inclusive abrindo mão dos cargos que ocupa no
Executivo. "Eu defendo a independência em relação ao governo e a entrega
dos cargos. Sempre defendi que o PMDB não pode ficar simplesmente ocupando
cargos no governo se tem uma candidatura própria à Presidência da República em
2018.”
Raupp também comentou que é prudente esperar 30 dias para
o partido tomar uma posição em relação ao governo. “Esses 30 dias são para o
PMDB ver os lados da encruzilhada e ver que rumo vai tomar”, afirmou.
O vice-presidente da sigla ressaltou, no entanto, que a
independência é inevitável “porque na prática ela já vem acontecendo”,
principalmente, na Câmara dos Deputados. “A tendência é isso [a independência]
se intensificar e fortalecer cada vez mais”.
Durante a convenção, parlamentares discursaram e pediram
a saída imediata do partido da base aliada do governo. Muitos dos presentes na
plateia do centro de convenções onde é realizada a convenção gritaram “Saída
Já”, “Fora Dilma” e “Fora PT”.
O PMDB faz hoje convenção nacional em Brasília e deve
reconduzir o vice-presidente da República, Michel Temer, à presidência nacional
do partido. No total, 454 delegados vão eleger os membros do Diretório
Nacional, que, por sua vez, vão escolher a nova Comissão Executiva Nacional.
Agência Brasil

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