Hoje vamos falar de alguns
vícios de linguagem que são espalhados por quem não tem cuidado com a língua.
Se você já foi contaminado. Cuide-se. São algumas frases ou expressões que
algumas pessoas insistem em dizer ou escrever, mesmo que estejam maltratando a
língua portuguesa. Vamos a elas?
SER DE MENOR, SER DE MAIOR –
Ninguém é de menor nem de maior. O importante é falar como gente grande: sou
menor. Ou, então, como gente que entende: sou maior. Diga: Sou menor de idade.
Sou maior de idade.
FAZEM DEZ ANOS QUE CASEI – As
pessoas felizes dizem e escrevem melhor: Faz dez anos que casei. O verbo fazer,
em orações indicativas de tempo, não varia: faz vinte anos; fazia cem anos.
SERÁ QUE ELA JÁ SE ACORDOU? –
Se ela está dormindo, como é que pode acordar-se? Qualquer ser que durma apenas
acorda. Será que ela já acordou?
OS ALUNOS CONFRATERNIZARAM-SE
– Não. Os alunos confraternizaram. O verbo CONFRATERNIZAR não é pronominal.
Alunos e professores confraternizam depois da missa.
ELA NÃO QUIS VIM – Ela não
quis VIR. Vim é forma do passado (eu vim aqui ontem); numa locução verbal, o
último verbo deve vir no gerúndio ou no infinitivo.
AL/rRN
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