SUPERMERCADO J. EDILSON: O MELHOR PREÇO DA REGIÃO - Ligue: 3531 2502 - 9967 5060 - 9196 3723

SUPERMERCADO J. EDILSON: O MELHOR PREÇO DA REGIÃO - Ligue: 3531 2502 - 9967 5060 - 9196 3723

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Três passos importantes para Fátima Bezerra conseguir uma vaga no Senado Federal

Nos últimos meses, as sondagens eleitorais no Rio Grande do Norte têm mostrado um quadro levemente desfavorável para a governadora Fátima Bezerra, apesar de seu importante protagonismo político estadual. Em praticamente todas as pesquisas estimuladas, Styvenson Valentim aparece isolado na liderança para uma das duas vagas ao Senado, com margens significativas sobre os demais nomes, enquanto Fátima oscila em posições que a colocam ligeiramente atrás ou na cola de Zenaide Maia, dependendo do instituto e da pergunta — primeiro ou segundo voto — e com altos percentuais de indecisos ainda no tabuleiro eleitoral.

Esse cenário reflete também a avaliação crítica ao atual governo estadual, com índices de desaprovação em patamares altos em várias regiões, o que se traduz em desgaste político além do simples “cansaço de mandato”. Essa realidade impõe à Fátima um desafio de reconstruir narrativa e percepção do eleitorado: ao mesmo tempo em que precisa consolidar sua base petista, deve ampliar diálogo com segmentos de centro e até moderados que hoje veem na polarização entre Valentim e Maia opções mais palatáveis.

O foco estratégico de sua campanha e militância deverá, portanto, partir de três pilares: (1) ressignificar seus feitos no Executivo, transformando conquistas de políticas públicas em histórias de impacto direto na vida das pessoas; (2) ampliar alianças e gestos para além da militância tradicional, buscando costurar apoios locais e regionais que possam compensar sua rejeição em alguns setores; e (3) criar diferenciais claros perante Styvenson e Zenaide, especialmente na defesa de bandeiras como educação, saúde e desenvolvimento regional — temas com os quais Bezerra historicamente dialoga bem — para fazer uma narrativa que não seja apenas de crítica à gestão, mas de promessa e projeto para o futuro potiguar. Em política, como na vida, quem questiona o status quo precisa, sobretudo, apresentar uma alternativa crível.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Reflita, analise e comente