Depois da reunião da manhã de
hoje, entre o prefeito e os alunos, eis que nada se resolveu.
E a coisa ainda se agravou
mais: o prefeito atual, Ronaldo Teixeira foi lacônico: não dou mais nada, nem o
carro nem motorista, nem nada.
Já o prefeito eleito, Junior de
Chimbinha, quando soube do ocorrido, respondeu aos alunos que também não podia
fazer nada agora, só a partir de 1º de janeiro.
O assunto acabou indo parar na
promotoria, e depois, na casa do vereador eleito, Grimaldi Cosme, que se reuniu
com os alunos e conseguiu convencer o prefeito a deixar pelo menos o ônibus e o
motorista.
Até o final da tarde de hoje,
os alunos ainda buscavam junto aos empresários e comércio local, angariar
fundos para cobrir as despesas com o óleo combustível do ônibus.
Agora se o leitor está
curioso, saiba que a “fortuna”, negada e renegada, tanto pelo atual, quanto
pelo futuro prefeito, é apenas R$ 2.700,00 (dois mil e setecentos reais).
E só. Esse dinheiro dá pra
resolver todo o problema de fim de ano, dos estudantes.
E lá se vão, os estudantes
angicanos, de pires na mão, numa cena inédita nas últimas décadas da cidade, um “privilégio”
que eles não pediram nem queriam.
“Precisamos de educação, aqui
não tem, cadê o busão?”