segunda-feira, 24 de abril de 2017

O QUE É "ESQUIZOFRENIA"? - UM breve olhar sobre a doença - Parte 01

A esquizofrenia é uma doença de tratamento continuo, e sem cura.
Pesquisando em vários sites para saber mais sobre o ser esquizofrênico, me deparei com depoimentos, lições e avisos.

De acordo com o Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) do Reino Unido, a esquizofrenia é uma doença de longo prazo que pode causar uma variedade de sintomas psicológicos, como alucinações, pensamentos confusos e delírios.

Tim Salmon, que cuida do filho que sofre de esquizofrenia há mais de 25 anos, descreve o transtorno como “uma doença do cérebro”.
“Destrói a capacidade normal das pessoas de lidar com sensações comuns do cotidiano, ter amigos, um emprego, organizar coisas”, diz.
“De certa forma destrói a lógica do seu pensamento.”

Os sintomas precoces da esquizofrenia, também conhecidos como prodrômicos (do grego pròdromos = precursor), são aqueles que ocorrem meses a anos antes de um primeiro surto.
É comum haver, pouco ou muito tempo antes do primeiro surto, dificuldade, ou mesmo, descontinuidade de atividades regulares, como escola, cursos, trabalho, esporte ou lazer. Nota-se também maior dificuldade para viver relações sociais e familiares.

Algumas pessoas podem desenvolver um comportamento mais arredio ou indisciplinado, ter momentos de explosão de raiva ou descontrole emocional diante de situações em que se esperaria maior desenvoltura para resolver os problemas.
Ainda buscando entender, percebemos que muita coisa acontece fora do controle de quem tem a doença. Outro site diz:
A pessoa adoecida pode criar uma realidade fantasiosa, na qual acredita plenamente a ponto de duvidar da realidade do mundo e das pessoas ao seu redor. É o que chamamos de delírio. O delírio pode ter diversas temáticas, inclusive num mesmo surto. As mais comuns são a ideia de estar sendo perseguida por alguém, de ser observada ou de que as pessoas falam dela ou sabem de tudo que se passa na sua vida. Outras ideias fantasiosas, como de cunho religioso, místico ou grandioso também podem ocorrer. Menos frequentemente ocorrem delírios de culpa e de ciúme.


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