Os moradores da comunidade do Riacho do Prato, distante cerca de 10 quilômetros da sede do município de Angicos estão reclamando da retirada do transporte dos feirantes, aos sábados.
O transporte, que durante décadas atendeu a população da comunidade, não esta mais fazendo o translado, e quem quiser, diz um morador, “quem quiser ir até a rua (centro de Angicos), paga 3 reais pra ir e 3 reais pra vir. É muito complicado, porque a gente tinha o apoio da prefeitura do município, e agora não tem mais, simplesmente retiraram o apoio a comunidade”.
Outra reclamação dos populares é com relação ao atendimento do programa de erradicação do trabalho infantil rural – PETI, pois de acordo com eles, as aulas só acontecem duas vezes por semana, e não mais 5 vezes, como é o natural acontecer.
Além disso, externam os moradores, o Médico da Família, um programa que é obrigatório junto às comunidades, está acontecendo de forma irregular, no lugar de ter as visitas semanais ou quinzenais, é de conhecimento que o médico só atende uma vez por mês, e não visita as residências, ficando em local fixo, sem sequer avisar aos moradores, da sua chegada.