quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

CADÊ O ATERRO SANITÁRIO QUE SERIA AQUI? – Prefeito Deusdete prometeu mas não cumpriu!

O lixão de Angicos existe a décadas, todos sabem, quem nunca passou por perto ou até foi até o lugar?

Um verdadeiro “monstro de lixo”, entulhos, restos de coisas, que se amontoam logo na saída da cidade.

Muitos prefeitos passaram e não resolveram o problema, é bem verdade, mas o atual prefeito de Angicos prometeu que resolveria o problema.

E prometeu também que faria a coleta seletiva de lixo.

Pois bem, caro leitor, internautas e amigos (ou não) que leem o nosso blog, acontece que nem coleta seletiva e nem sequer um projeto paliativo pra mudar essa realidade.

O blog esteve no local, onde fez fotos pra mostrar a face do lixão e o que está exposto, prejudicando a natureza. Centenas de metros quadrados cobertos por lixo de todos os segmentos.
É lógico que ninguém percebe o mal que esse monturo provoca a natureza, ao lençol freático e a cidade.

Ainda mais: continuamos com a mesma coleta de lixo, as vezes irregular, onde nem coletoras são disponíveis em número suficiente pra população principalmente nos bairros mais afastados.

A população reclama muito, e a coleta seletiva, que seria feita de forma coordenada, foi substituída sem nunca sequer existir, por um carro compactador. Anunciado com pompa pelo prefeito como se fosse algo fenomenal.
É algo triste de se ver. É mais uma promessa que não foi cumprida pelo senhor gestor Deusdete Gomes.

Enquanto isso, o ministério público luta para acabar com os lixões a céu aberto, dar um destino correto aos detritos domésticos produzidos nos 167 municípios do Rio Grande do Norte e, consequentemente, proporcionar uma condição de vida mais digna às pessoas que sobrevivem do que é jogado fora.

Tudo isso faz parte de um projeto pioneiro de preservação ambiental chamado ‘Lixo Negociado’, desenvolvido pelo Ministério Público Estadual por meio do Núcleo Permanente de Incentivo à Autocomposição (Nupa) e pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caop Meio Ambiente), em conjunto com o Ministério Público do Trabalho.

Segundo a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), um pessoa produz, em média, de 800 gramas a 1 quilo de lixo por dia. Como o Rio Grande do Norte possui cerca de 3,4 milhões de pessoas, logo se entende que todos os dias são produzidos, em média, de 2,72 a 3,4 mil toneladas de lixo.

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