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| EM ANGICOS, LOCAL SERVE PARA COLOCAR CACHORROS |
A região Central Cabugi vem
sofrendo com um problema que se agrava a cada ano e afeta a vida de milhares de
pessoas que moram nas cidades que compõem a região.
Entre os anos 2000 e 2012, a
maioria dos matadouros públicos passaram por vistorias, análises, e
posteriormente, interdições por parte do IDEMA/RN.
Isso provocou um problema sem
precedentes na historia da regiao central, pois muitas cidades como afonso
bezerra, Pedro Avelino, Fernando pedroza e angicos tiveram seus matadouros
lacrados por decisão do órgão ou do ministério público.
Mas o que aconteceu, de forma
legal, não foi legal para os municípios, nem para os marchantes, que tiveram centenas
de famílias colocadas em dificuldades, como para a população das cidades, que
passou a não ter mais uma referencia com relação ao abate de animais.
Se antes, o abate de animais
já gerava algumas controvérsias, depois disso piorou muito, passou a ser clandestino. Os marchantes foram
obrigados a matar animais dentro do mato, em fazendas, colocando em risco a
qualidade da carne e gerando desconfiança na maioria dos consumidores. Isso
diminuiu gradativamente a venda do produto, pois as pessoas procuram comprar a
carne industrializada que vem de outros estados.
O que poderia ter sido feito
ao se promover interdições e fechamentos/lacramentos dos abatedouros, seria ter
sido viabilizada uma alternativa eficaz para evitar os problemas que decorreram
de tal ato.
São várias cidades com
problemas, seja com relação a má qualidade das carnes, no seu transporte
inadequado e também na conservação de forma imprópria, até o abate clandestino
ou feito em longas distâncias.
Os prefeitos e o governo do
estado têm que correr contra o tempo pra resolver isso, e os MPs têm que se
movimentar no sentido de fazer valer os direitos dos cidadãos e pressionar as
prefeituras e governo.
