A governadora Rosalba Ciarlini
se depara com outra ameaça ao mandato que exerce: o deputado estadual Fernando
Mineiro (PT) declarou ontem (11) que vai retomar a discussão sobre o impeachment da chefe do Executivo no
âmbito da Assembleia Legislativa.
O raciocínio de Mineiro é o
seguinte: “Se a governadora ficou inelegível é porque cometeu improbidade
administrativa. Se ela vier a ser condenada por improbidade, então a Assembleia
tem que se posicionar. Improbidade é crime. A AL vai ter que discutir. E vamos
analisar o pedido de impechment”.
Se Fernando Mineiro levar a
cabo a empreitada, Rosalba vai enfrentar seu segundo pedido de impeachment. Há
poucos dias, os deputados estaduais rejeitaram uma proposta para
"impedir" a governadora com base em atos administrativos que poderiam
caracterizar improbidade administrativa e negligência do atual governo. O
pedido era fraco por ser genérico e sem foco em denúncia de corrupção.
Agora pode ser mais
complicado. A decisão do TRE que condenou Rosalba por abuso do poder econômico
na eleição de Mossoró põe lenha na fogueira e reforça novo pedido de
impeachment, um julgamento político.
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