A matéria relembra a visita
que a presidente da República fez a Natal na segunda-feira (3) e ressalta que a
mudança aconteceria mesmo com o fato de Rosalba ser “conterrânea do presidente
nacional do DEM, o senador José Agripino Maia”, afirma, a governadora “se
recusou a participar do programa nacional do partido que foi ao ar nesta
quinta-feira (6) em todo o país”.
Segundo a Folha, a articulação
de mudança de partido envolve o petista Jaques Wagner, governador da Bahia,
terra do presidente do PTB, Benito Gama, que já foi secretário de
Desenvolvimento Econômico da gestão Rosalba Ciarlini. Gama iria “substituir o
também baiano César Borges, agora ministro dos Transportes, numa das
vice-presidências do Banco do Brasil – outra costura que teve o dedo de
Wagner”, conta a matéria.
“Avaliações internas, porém,
indicam que a migração ‘vai dar trabalho’ devido à lei de fidelidade
partidária. O Tribunal Superior Eleitoral só considera justa uma mudança do
tipo se ela ocorrer para uma nova sigla, se o partido anterior sofreu desvio de
linha programática ou por ‘grave discriminação pessoal’. Ainda não foi definida
a estratégia a ser usada para justificar a migração de Rosalba”, afirma o
jornal.
